Corpo

18-02-2018
Fotografia de Yung Cheng Li
Fotografia de Yung Cheng Li

      O tema desta unidade de trabalho foi o corpo. Estudámos como o corpo foi representado ao longo do tempo por grandes nomes como Caravaggio e Boticelly, não esquecendo grandes ícones nacionais como Paula Rego, através de pesquisas que envolviam o conhecimento do trabalho do artista e tentativa de recriação de peças ou incorporação do estilo do artista no nosso trabalho. Não realizei muitas pesquisas, porém, as que fiz foram aprofundadas, consegui compreender como o artista representa o corpo( estilo artístico, esquema cromático, anatomia distorcida/realista,...) , e as situações em que o insere.



 Fizemos estudos do corpo humano com um modelo em tempo real (colegas) que nos ajudou a compreender melhor a anatomia, perspetiva e proporções do mesmo

presentei dificuldade com o carvão, pois não consegui representar os diferentes planos e dessa forma dar profundidade ao desenho, para além de não ter usufruído ao máximo do material. Tive também um pouco de dificuldade no trabalho do fauvismo que se encontra no meu diário gráfico pois não sabia muito bem sintetizar as formas e ser bastante expressiva através de uma paisagem.

Não publiquei nenhum trabalho realizado a A3 apenas porque creio que tudo o que me ajudou a desenvolver durante esta unidade, a nível de conhecimentos e técnicas se encontra no diário gráfico. Para a próxima unidade vou tentar arranjar um diário gráfico A3 para poder manter todos os meus trabalhos juntos e avaliar melhor o meu progresso, creio que é um melhor processo de autoavaliação.

No geral, creio que tive uma prestação satisfatória, tentei explorar diferentes técnicas, algumas não correndo tão bem, mas estamos cá para aprender. 

Bichos anatómicamente complicados           (mãos)

       Nesta unidade trabalhámos uma parte do corpo que não é das minhas preferidas, e sempre tive dificuldade em representar, que é a mão. As mãos eram uma parte do corpo humano que eu costumava desprezar muito nos meus desenhos porque sempre que tentava inclui-las no meu trabalho, acabavam a parecer as patas adoráveis de um ursinho carinhoso, e por mais fofo que isso seja, não se enquadrava em lado nenhum. Com isto, acho que consegui compreender melhor a estrutura da mão (através de um desenho do esqueleto da mão a caneta preta) e através de vários sketchs de mãos nas mais variadas posições. Acho que me saí relativamente bem nesse aspeto.

     Relativamente ao trabalho de "metamorfose", acho que poderia ter investido um pouco mais de trabalho no que toca à tridimensionalidade e contraste de luz nas mãos. Para além disso gostei bastante da peça e do conceito.

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2016 Beatriz Teixeira, Viseu
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