Arte Contemporânea

29-01-2017

           Contemporary art challenges us, it broadens our horizons.         It asks us to think beyond the limits of conventional wisdom.

                                                                                                     -Eli Broad

      Arte, do latim ars, é um termo que se refere às criações do homem para expressar a sua visão sensível do mundo real ou imaginário através do uso de recursos plásticos, sonoros ou linguísticos. Contemporâneo, com origem em contemporanĕus, diz-se daquilo que pertence ou que é relativo à época em que se vive.

            Conseguintemente, define-se como arte contemporânea, a arte produzida na nossa época. 

Só comecei a compreender melhor alguma arte contemporânea, principalmente abstrata, recentemente. Creio que o abstracionismo é o artista no seu auge. A loucura e a mente na sua forma pura. A arte contemporânea já não tenta captar o que é visivel ao olho humano, mas foge para o desconhecido, trabalha com as emoções, com o movimento, luz, água, com as forças da natureza, brinca com as cores e com a linha, faz composições bizarras para o nosso consciente mas racionais no nosso subconsciente.


Pink Abstract Painting - Cheryl Wasilow

     Com o culminar da arte contemporânea, passamos a ver as artes plásticas algo que vai para além da tela. Se pensarmos, até há pouco tempo, poderíamos afirmar que o suporte da pintura seria a tela; do desenho, o papel; da escultura, a madeira ou as pedras....


     Hoje o suporte do artista é qualquer lugar. A arte invadiu o mundo, todos os espaços, apoderou-se dos objetos do quotidiano e do dia a dia.  O suporte da arte hoje é a experimentação.

Movements In Gray

Jaanika Peerna

      Jaanika Peerna é uma artista original da Estónia, que trabalha em New York desde 1998. 
      O trabalho dela envolve desenho, video, instalação e performance, muitas vezes desenvolvendo o tema de transições em luz, ar, água e outros fenómenos naturais.

"Os meus elementos são a linha e a luz, os meus materiais são lápis, velino e uma câmara de filmar. Eu sou um recipiente que recolhe processos subtis e arrebatadores na natureza, usando as experiências e impulsos para fazer o meu trabalho...Eu estou interessada no infinito processo de me tornar sem história, sem princípio, sem fim.... apenas o momento corrente no fluxo."



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2016 Beatriz Teixeira, Viseu
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